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A primeira descrição de um diagnóstico elaborado graças a um exame da íris foi efectuada por Philippus Meyens, em 1670. A ideia foi mais tarde retomada pelo médico e homeopata húngaro Ignaz Péczely. O diagnóstico pela íris encontrou grande apoio na Alemanha, durante o terceiro Reich.
A íris de cada pessoa é singular e tão individual como uma impressão digital. Instituída há mais de cem anos, a Iridologia é o um meio de diagnóstico para determinar rigorosamente o estado de saúde do paciente. A partir do estudo dos sinais da íris, é também possível ao iridologista descobrir previamente a causa principal de uma doença específica, que poderá vir a revelar-se mais tarde.
O diagnóstico pela íris tem origem na ideia de que os olhos, espelho da alma, são também o reflexo do corpo. Todo organismo estaria caracterizado na íris de acordo com a sua posição: a parte direita do corpo seria representada pela íris do olho direito; a parte esquerda do corpo pela íris do olho esquerdo.